Gastronomia cosmopolita

Conheça

Dizem que é porque eu não quis estudar. Eu discordo. Entrei na cozinha muito antes de me imaginar por gente. Lá de vez em quando, enquanto minha mãe preparava o almoço nosso de cada dia, eu mexia nas panelas. Era fome mesmo. Eu era (e ainda sou) aquele chato que enchia a barriga no fogão antes do almoço chegar à mesa e, quando me dei conta, já estava preparando meu primeiro Fettuccine Alfredo. Então o restaurante entrou na minha vida, ou melhor, eu entrei na vida do restaurante: minha família faz isso antes dos Rolling Stones gravarem Satisfaction. Com uns 15 anos eu já estava recebendo clientes na porta do Madalosso, com gel no cabelo, calça de prega e gravata borboleta. Como dizia meu pai: “italiano precisa ter filho homem pra ajudar na roça”.


Aí chegou a hora de escolher uma profissão... Tentei 5 diferentes áreas e acabei passando numa repescagem pra Administração. Depois encarei uma pós em economia e, pra fechar meu ciclo acadêmico, mandei mais um ano de busca

gastronomica. Nesse meio tempo, trabalhei uns meses num restaurante de NY, em busca de mais conhecimento.


Acabei me formando mais na vida pratica do que na vida teórica. O Madalosso foi minha verdadeira escola – uma indústria capaz de atender mais de 4.000 pessoas. Lá, passei por diversas áreas: RH, Financeiro, Atendimento, Cozinha, etc. Eu era uma espécie de estagiário do meu pai. Conhece aquele pensamento “pra saber mandar tem que saber fazer”? Então... na minha casa é assim. Eu fazia a arte do cardápio, fazia compra de louças na ponta de estoque, entrevistava o garçom, apertava a mão do cliente, tirava pedido, apagava as luzes, desligava as geladeiras, e, de repente... demiti o primeiro garçom. É nessa hora que a gente sente o peso de ser dono de um negócio. Foi o inicio de uma nova etapa. Logo, assumi a cozinha e a direção da Cantina Fadanelli e, quando fiz 31 anos, fui pro meu primeiro voo solo, meu restaurante próprio, a Forneria Copacabana. Um conceito Casual Dinning, de gastronomia descomplicada, onde o cliente deve se sentir a vontade, como se fosse sua casa (só não vale dançar em cima da mesa).


Dizem que é porque eu não quis estudar. Eu discordo. Entrei na cozinha muito antes de me imaginar por gente. Lá de vez em quando, enquanto minha mãe preparava o almoço nosso de cada dia, eu mexia nas panelas. Era fome mesmo. Eu era (e ainda sou) aquele chato que enchia a barriga no fogão antes do almoço chegar à mesa e, quando me dei conta, já estava preparando meu primeiro Fettuccine Alfredo. Então o restaurante entrou na minha vida, ou melhor, eu entrei na vida do restaurante: minha família faz isso antes dos Rolling Stones gravarem Satisfaction. Com uns 15 anos eu já estava recebendo clientes na porta do Madalosso, com gel no cabelo, calça de prega e gravata borboleta. Como dizia meu pai: “italiano precisa ter filho homem pra ajudar na roça”.


Aí chegou a hora de escolher uma profissão... Tentei 5 diferentes áreas e acabei passando numa repescagem pra Administração. Depois encarei uma pós em economia e, pra fechar meu ciclo acadêmico, mandei mais um ano de busca gastronomica. Nesse meio tempo, trabalhei uns meses num restaurante de NY, em busca de mais conhecimento.


Acabei me formando mais na vida pratica do que na vida teórica. O Madalosso foi minha verdadeira escola – uma indústria capaz de atender mais de 4.000 pessoas. Lá, passei por diversas áreas: RH, Financeiro, Atendimento, Cozinha, etc. Eu era uma espécie de estagiário do meu pai. Conhece aquele pensamento “pra saber mandar tem que saber fazer”? Então... na minha casa é assim. Eu fazia a arte do cardápio, fazia compra de louças na ponta de estoque, entrevistava o garçom, apertava a mão do cliente, tirava pedido, apagava as luzes, desligava as geladeiras, e, de repente... demiti o primeiro garçom. É nessa hora que a gente sente o peso de ser dono de um negócio. Foi o inicio de uma nova etapa. Logo, assumi a cozinha e a direção da Cantina Fadanelli e, quando fiz 31 anos, fui pro meu primeiro voo solo, meu restaurante próprio, a Forneria Copacabana. Um conceito Casual Dinning, de gastronomia descomplicada, onde o cliente deve se sentir a vontade, como se fosse sua casa (só não vale dançar em cima da mesa).

COMO CHEGAR:

FROM:
TO:
Forneria Copacabana - Itupava
Forneria Copacabana - Iguaçu
CONTATO
  • Itupava: 41 3363-5565 / Iguaçu: 41 3243-5787

  • E-mail: contato@forneriacopacabana.com.br

  • Funcionamento: Itupava Segunda a Sábado - Jantar
    Iguaçú Segunda a Sábado - Almoço e Jantar
  • NOME:
  • E-MAIL:
  • MENSAGEM:

  • Mensagem enviada com sucesso!
OPINÁRIO
CADASTRO
NOME:
E-MAIL:
TELEFONE:
COUVERT
PRATO PRINCIPAL
SOBREMESA
VALET
AMBIENTES
BEBIDAS
SERVIÇO DE GARÇOM
PREÇO

SUGESTÕES:

  • Forneria Copacabana Itupava
  • Forneria Copacabana Iguaçu

Preencha o Formulário e fique informado

sobre nossas atividades.

NOME:
E-MAIL:
TELEFONE:
DATA DE NASCIMENTO:
Aceito receber e-mails e SMS do Forneria Copacabana.

Obs: Seus dados serão utilizados somente para o relacionamento do Forneria Copacabana e não serão repassados a terceiros.